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Em
1989 pelo 100 anos do poeta Fernando Pessoa, em Lisboa.
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Ricardo
Reis, um dos homônimos
de Fernando Pessoa, na adega Flor de Coimbra,
para a peça sobre o poeta, levada a cartaz no Centro Cultural
da Justiça Federal - Rio de Janeiro
Ator:
Paulo César de Oliveira
Foto: Pedro Carrilho
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100
anos de Mário de Andrade
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Nas
ruas do
Rio de Janeiro,
o pai de
Macunaíma,
com um aipim
nas mãos,
constata a
comercialização
e à que preço
são vendidas
as nossas raizes
Foto: Ana Cunha
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Mario de Andrade no Parque Lage, ao lado da piscina, onde foram feitas
as cenas antológicas do banquete antropofágico para
o filme Macunaíma, do diretor Joaquim Pedro de Andrade |
Zé
Andrade, homem de várias caras
Zé Andrade é um homem de várias caras. Quando
quer veste cartola, óculos
redondo e traz Fernando Pessoa para o Centro Cultural Banco do Brasil.
Depois ele troca de roupa. Rosto comprido, corpo fino, dentro de um
terno
branco, sai do Catete e passeia até o Centro da Cidade. Agora
é Mário de
Andrade, que reclama do calor, mas vale a pena: gosta daqui, isso
é Brasil.
Nesse meio tempo, Zé apronta outra: enfeita todo um espaço
com o amado Jorge baiano numa exposição no Museu Nacional
de Belas Artes.
Na verdade, o Zé veste é poesia. Veste e faz. Com mãos
e vocação de artista
compõe cada detalhe dos rostos dos poetas, pintores, escritores
- enfim,
transforma essa gente toda em personagens que só faltam falar.
Mas não é que
falam mesmo? Só sei que é bom, muito bom contar com
esse baiano-carioca nas
viagens pela literatura. Ele entende de barro, de gente e de palavra.
Clarisse
Fukelman
(Professora
e Produtora Cultural.)
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Na
cidade
de Essen,
na Alemanha,
em frente ao
museu onde
realizava-se a
exposição sobre
a influência de
Van Gogh sobre
os artistas
modernos
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Trabalho
realizado com crianças na Escolinha de Artes do Brasil, quando
da realização de cursos para a formação
de professores, pelo método Educação Através
das Artes
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Fotonovela
para o jornal O Pasquim
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